Faço e desfaço
laço e entrelaço
girando no balanço do parque
sempre descalço
Procuro o sonho ao meu encalço
nothing to see, that's awesome
nem mesmo vendo do terraço
Ou seja, assim me embaraço
"Eu não escrevo. De um modo subjetivo, apenas tenho o prazer de torturar o papel com a caneta ... " - Poemas e Crônicas toda quarta-feira e sábado. - Obras Originais. Se delas utilizar, favor colocar nome do autor (R.D.Franco).
sábado, 14 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
"A cruz é a espada"
Vejo um portão fechado
uma cruz ao lado
um guerreiro alado
que de tão duvidoso é odiado
Ele não morreu, foi criado
dizer isso alto pode causar desagrado
então deixe-o ser amado
um amor deprimente, estagnado
Espero o portão fechado
sem uma cruz ao lado
e verdadeiras ações humanas
ao invés de um medo depravado
de que no fim da vida tudo que você conhece
com você será queimado
uma cruz ao lado
um guerreiro alado
que de tão duvidoso é odiado
Ele não morreu, foi criado
dizer isso alto pode causar desagrado
então deixe-o ser amado
um amor deprimente, estagnado
Espero o portão fechado
sem uma cruz ao lado
e verdadeiras ações humanas
ao invés de um medo depravado
de que no fim da vida tudo que você conhece
com você será queimado
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
"Astral"
Cansei-me de frustrações cotidianas
De alimentos entorpecentes
Modos delinquentes
de olhar tal membrana
Só não sei se o astral é derivado
Talvez mude amanhã
ou continue maltratado
Enalteço tudo
e tudo é uma lembrança
Os caminhos, afinal, são sempre brincadeiras de criança
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
"Bon voyage"
Queria cair
no mar de pétalas
chamado vontade
inspiração sem prazo de validade
no mar de pétalas
chamado vontade
inspiração sem prazo de validade
num meio vaidoso
nunca desgostoso
sim, aí queria me sentar
numa poltrona na sala de estar
nunca desgostoso
sim, aí queria me sentar
numa poltrona na sala de estar
Queria cair
ante o paraíso majestoso
com uma caneta perante um mundo desastroso
uma bolha ferida
e minha insanidade querida
ante o paraíso majestoso
com uma caneta perante um mundo desastroso
uma bolha ferida
e minha insanidade querida
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
"Laço"
Faça do espaço
Um laço
Entre as folhas e o inverno
Céu e inferno
Fogo e gelo
Um ranzinza e um palhaço
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
"Sino"
Ninguém viu
Ninguém foi
Ninguém sabe
Ninguém leu
Ninguém mede
Ninguém arde
Mas todos dizem
Todos escrevem
Todos fazem alarde
Todos vão dormir tarde
Todos ignoram o sino
Todos se despedem
De seu próspero destino
E quando assim foi
Já que ninguém viu
Ninguém soube
Quando isso nos diminuiu.
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
"Universo"
Tudo é um termo
De ênfase, de desleixo
Sem fase e sem eixo,
Ligado assim, simples e tal
Por bem ou por mal;
Opostos coniventes
Carregando Canivetes
E palavras iguais
Bonitinhos, puxaram os pais!
Do começo ao fim,
Sem um meio,
Mas com um beijo no seio
Onde até o Universo,
O infinito estreito, com eixo conexo
Termina num simples verso
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